domingo, 3 de junho de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
sábado, 19 de maio de 2012
Estrangeira
Ninguém sabe ao certo de onde eu vim.
No meu sotaque misturo pão de queijo e Guanabara
e nessa confusão invento um novo idioma.
Atravesso Rio – Niterói
como quem vai de uma calçada ao outro lado da rua, não me canso.
Meu destino vislumbro além da Serra, do Mar;
ultrapassando os limites do que vale, do meu Vale do Paraíba.
Meu norte é o horizonte do que não conheço
e assim navego combatendo monstros marinhos.
No meu sotaque misturo pão de queijo e Guanabara
e nessa confusão invento um novo idioma.
Atravesso Rio – Niterói
como quem vai de uma calçada ao outro lado da rua, não me canso.
Meu destino vislumbro além da Serra, do Mar;
ultrapassando os limites do que vale, do meu Vale do Paraíba.
Meu norte é o horizonte do que não conheço
e assim navego combatendo monstros marinhos.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Platônico (1)
Esse estranho que atravessa pensamentos
não sabe que alguém lhe espia de dia
e na noite vazia,
em silêncio.
não sabe que alguém lhe espia de dia
e na noite vazia,
em silêncio.
sexta-feira, 2 de março de 2012
Aninha e suas pedras - Cora Coralina

Não te deixes destruir…
Ajuntando novas pedras
e construindo novos poemas.
Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha
um poema.
E viverás no coração dos jovens
e na memória das gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de todos os sedentos.
Toma a tua parte.
Vem a estas páginas
e não entraves seu uso
aos que têm sede.
domingo, 27 de novembro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
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