Ninguém sabe ao certo de onde eu vim.
No meu sotaque misturo pão de queijo e Guanabara
e nessa confusão invento um novo idioma.
Atravesso Rio – Niterói
como quem vai de uma calçada ao outro lado da rua, não me canso.
Meu destino vislumbro além da Serra, do Mar;
ultrapassando os limites do que vale, do meu Vale do Paraíba.
Meu norte é o horizonte do que não conheço
e assim navego combatendo monstros marinhos.

Me inspirou!!!
ResponderExcluirEstou há semanas querendo responder a mensagem lindaaa que você deixou no meu blog, e por isso, estava aguardando uma nova postagem... mas como você também é preguiçosa para atualizar blog, não dá pra saber quanto mais vai demorar! Resolvi escrever aqui mesmo, nesse texto que tanto quis comentar, que tanto me identifiquei, mas vai saber o porquê, acabei deixando pra lá.
ResponderExcluirA gente acabou se afastando mesmo, mas o mais engraçado é que a nossa vida sempre encontra um jeito de se encontrar. Talvez seja porque nos conhecemos e viramos tão amigas numa época onde tudo era tao sincero, e inocente, e pessoas de verdade carregamos para sempre. Apesar da distancia, até hoje eu sinto um carinho imenso por vc. E não tenho como não me lembrar de tudo que a gente passou e abrir um sorriso gigantesco e querer voltar no tempo para viver tudo de novo.
Então concordo que temos que fazer acontecer e nao demorar tanto para nos encontrar. Seja através de cartas (tambem guardo todas!), de mensagens, de telefonemas ou de sambas. Engraçado que aquelas cartas sao para sempre, e elas me ajudaram a permanecer criança nesse mundo de adulto. Cartas virtuais tambem permanecem. Vamos fazer isso agora. É um pacto!!!