Tenho dentro de mim um tanto de Minas,
um tanto de Rio
– encontro das águas doce e salgada –
e mais ainda um tanto de Américas e Áfricas.
a Humanidade cabe em mim.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
quinta-feira, 30 de junho de 2011
O mundo anda tão complicado
Hoje em dia parece insulto dizer que ama e querer viver o amor
Mas eu digo: insisto no amor,
pois a vida só faz sentido quando ele se manifesta
e ele só se manifesta quando tem permissão
Não quero me perder no nevoeiro de pessoas voláteis
- sigo tateando devagar o meu caminho.
Se disser que não tropeço, estarei mentindo.
Contudo, tenho uma estratégia para não me desligar do amor:
amarro uma linha invisível em cada abraço, em cada beijo,
(cada gesto suave eu guardo)
e sempre sei por onde voltar quando preciso.
Fico me perguntando como chegamos ao ponto de tamanho desapego.
O que aconteceu com todos os poemas? Não são mais lidos?
E as serenatas, não são mais cantadas?
A lua é menos admirada?
Repito: eu insisto, e digo
“Vem cá, meu bem, que é bom lhe ver
O mundo anda tão complicado
Que hoje eu quero fazer tudo por você”
Mas eu digo: insisto no amor,
pois a vida só faz sentido quando ele se manifesta
e ele só se manifesta quando tem permissão
Não quero me perder no nevoeiro de pessoas voláteis
- sigo tateando devagar o meu caminho.
Se disser que não tropeço, estarei mentindo.
Contudo, tenho uma estratégia para não me desligar do amor:
amarro uma linha invisível em cada abraço, em cada beijo,
(cada gesto suave eu guardo)
e sempre sei por onde voltar quando preciso.
Fico me perguntando como chegamos ao ponto de tamanho desapego.
O que aconteceu com todos os poemas? Não são mais lidos?
E as serenatas, não são mais cantadas?
A lua é menos admirada?
Repito: eu insisto, e digo
“Vem cá, meu bem, que é bom lhe ver
O mundo anda tão complicado
Que hoje eu quero fazer tudo por você”
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Passageiro
Da janela do ônibus vejo
as flores no quiosque da esquina,
gente passando de um lado para o outro
atravessando a rua, olhos atentos,
casas antigas e prédios modernos,
varandas apagadas e um horizonte que se perde
Gosto de ver o ciclista pedalando aparamentado,
capacete e joelheira,
indo determinado para um lugar desconhecido
passando em frente à padaria:
vitrine de confeitos amarelos, vermelhos e chocolates;
o avô carregando, ao mesmo tempo,
o neto e o pacote de pão
O ônibus freando lentamente sinaliza o desfile dos pedestres
Carrinho de compras, carrinho de bebê empurrado pela mãe,
gente sozinha, gente de mão dada, gente conversando;
garotos fazendo malabarismo com a vida
– isso eu não gosto de ver, mas é preciso
Ônibus partindo
Motorista seguindo o itinerário;
eu e meus pensamentos sem rumo
Dou o sinal, hora de descer e me incluir na paisagem.
as flores no quiosque da esquina,
gente passando de um lado para o outro
atravessando a rua, olhos atentos,
casas antigas e prédios modernos,
varandas apagadas e um horizonte que se perde
Gosto de ver o ciclista pedalando aparamentado,
capacete e joelheira,
indo determinado para um lugar desconhecido
passando em frente à padaria:
vitrine de confeitos amarelos, vermelhos e chocolates;
o avô carregando, ao mesmo tempo,
o neto e o pacote de pão
O ônibus freando lentamente sinaliza o desfile dos pedestres
Carrinho de compras, carrinho de bebê empurrado pela mãe,
gente sozinha, gente de mão dada, gente conversando;
garotos fazendo malabarismo com a vida
– isso eu não gosto de ver, mas é preciso
Ônibus partindo
Motorista seguindo o itinerário;
eu e meus pensamentos sem rumo
Dou o sinal, hora de descer e me incluir na paisagem.
domingo, 5 de junho de 2011
Para um amigo
Em tempos virtuais, separados pelo abismo do ciberespaço, só nos resta compartilhar um link.
sábado, 30 de abril de 2011
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